Nos últimos anos, o Brasil deixou de ser apenas um país que consome conteúdo digital para se tornar um dos grandes protagonistas da creator economy. De professores que transformam conhecimento em cursos online, a artistas, mentores e especialistas que vivem da própria audiência, há uma nova geração de criadores redefinindo o que significa empreender, e inspirando um novo modelo de economia, mais humano, conectado e guiado por propósito.

Mas o que vem a seguir?

A reportagem recente da Gazeta Mercantil sobre a Kirvano destacou exatamente esse movimento de aceleração. A matéria aponta como as plataformas brasileiras estão investindo em tecnologia, capacitação e internacionalização para fortalecer o ecossistema criativo e preparar o país para uma nova fase, onde a criatividade e impacto gerado caminham lado a lado. (Clique aqui para conferir a matéria completa).

Estamos diante de uma virada importante: a era em que ser criador não é mais sinônimo de hobby ou sorte, mas de profissão, estratégia e sustentabilidade. E entender as tendências que moldarão esse futuro é o primeiro passo para quem quer estar entre os protagonistas dessa transformação.

As tendências que vão moldar o futuro da creator economy no Brasil

A creator economy brasileira está amadurecendo. O que antes parecia um movimento de influenciadores e produtores de conteúdo independentes, hoje se consolida como um dos setores mais promissores do país, com reflexos direto na educação, na economia e até na forma como as pessoas constroem suas carreiras.

A seguir, exploramos algumas tendências que já estão redesenhando o futuro desse ecossistema e que merecem atenção de quem quer criar, ensinar ou empreender com sucesso.

A profissionalização dos criadores

Durante muito tempo, a criação de conteúdo era vista como algo espontâneo, uma extensão do carisma, da criatividade ou da sorte. Mas essa fase ficou para trás. O futuro pertence aos criadores que tratam sua presença digital como um negócio: com estratégia, planejamento e estrutura.

O destaque recente da Kirvano na Gazeta Mercantil reforça esse movimento ao mencionar o investimento da empresa em capacitação e desenvolvimento profissional de criadores, com um novo centro de treinamento voltado para educadores digitais e infoprodutores. Isso marca uma virada importante: o mercado está amadurecendo, e quem quiser se destacar precisará dominar mais do que apenas o algoritmo: será preciso entender branding, finanças, experiência do aluno e posicionamento de marca pessoal.

A boa notícia? Nunca foi tão acessível aprender tudo isso. Plataformas, comunidades e ferramentas estão surgindo justamente para preencher essa lacuna, e é aí que a creator economy se consolida como uma verdadeira escola de empreendedorismo moderno.

A era da comunidade

Se antes o foco estava em crescer números, hoje o que mais importa é a profundidade das conexões. Os criadores que terão sucesso nos próximos anos serão aqueles que conseguirem construir comunidades vivas, participativas e com propósito compartilhado.

Não é à toa que o engajamento genuíno tem substituído o alcance como principal métrica de relevância. As pessoas querem pertencer, querem fazer parte de algo que as representa, e isso muda completamente a lógica de como os produtos digitais são criados, vendidos e sustentados.

Na prática, isso significa que veremos cada vez mais criadores estruturando ecossistemas próprios, com áreas de membros, programas de assinatura, mentorias e produtos colaborativos. Em vez de vender um curso, estarão criando um movimento.

Veja também: Comunidade: o ingrediente secreto por trás da creator economy

A convergência entre educação e influência

Uma das transformações mais poderosas em curso é o cruzamento entre educação digital e influência. O público já não busca apenas entretenimento: busca aprender, evoluir e se transformar através do conteúdo.

Essa tendência coloca o criador em um novo papel: o de educador contemporâneo, alguém que traduz conhecimento em experiências acessíveis e transformadoras.

Os números ajudam a confirmar o que já dá pra sentir no dia a dia.

De acordo com o relatório The Creator Revolution, do Goldman Sachs (2023), a economia dos criadores já movimenta mais de US$ 250 bilhões no mundo, e o ensino digital é um dos movimentos mais fortes desse crescimento.

Aqui no Brasil, plataformas como a Kirvano vêm abrindo caminho para que mais pessoas transformem o que sabem em cursos, mentorias e experiências de aprendizado.

Na prática, o que está acontecendo é simples: a educação está mudando de mãos. E cada vez mais, são os próprios criadores que estão conduzindo essa transformação. Um conteúdo, uma aula ou uma ideia de cada vez.

A expansão internacional dos criadores brasileiros

A criatividade brasileira sempre foi admirada no mundo inteiro, todavia, agora, ela começa a se tornar também um produto de exportação digital.

A internacionalização é uma das prioridades estratégicas da Kirvano, que planeja levar criadores brasileiros para novos mercados, como Estados Unidos e Europa, permitindo que monetizem seus conteúdos em moedas fortes.

Essa expansão marca o início de um novo ciclo: o Brasil deixa de ser apenas consumidor e passa a ser exportador de conhecimento e cultura digital. Com o avanço das tecnologias de tradução automática, legendas por IA e ferramentas de dublagem, barreiras linguísticas e logísticas estão sendo derrubadas.

Nos próximos anos, veremos criadores brasileiros se consolidando globalmente, não só como influenciadores, mas como empreendedores da educação e da criatividade.

Inteligência artificial como parceira criativa

Nenhuma conversa sobre o futuro da economia digital seria completa sem falar de inteligência artificial. Mas, diferente do medo que muitos ainda sentem, o que se desenha é uma relação de parceria, não de substituição.

A IA já está ajudando criadores a automatizar tarefas repetitivas, gerar ideias, editar vídeos, roteirizar conteúdos e até criar produtos digitais completos.

O grande diferencial estará em quem souber usar essas ferramentas com consciência, mantendo o toque humano e a autenticidade no centro do processo criativo. A tecnologia será o amplificador – nunca o substituto – da voz do criador.

A busca por significado e transformação real

Talvez a tendência mais profunda de todas não seja tecnológica, mas emocional.

Os criadores do futuro não estão interessados apenas em monetizar: querem impactar. Querem transformar a vida de quem os acompanha.

O público, por sua vez, está cada vez mais atento a isso. Busca autenticidade, valores e histórias com as quais possa se identificar. A creator economy que vem aí será menos sobre views e mais sobre valor; menos sobre quantidade e mais sobre conexão e transformação real.

E é justamente aqui que o Brasil tem um diferencial natural: nossa criatividade vem acompanhada de empatia, emoção e um senso de comunidade que o mundo inteiro admira.

Veja também: Como medir o impacto do seu conteúdo além das métricas de vaidade

Um futuro guiado por propósito

O futuro da creator economy no Brasil não será apenas sobre novas tecnologias, plataformas ou modelos de monetização. Será sobre significado.

Recentemente, estivemos no Influent Summit 2025, e o principal palco do evento se chamava “Influência com Propósito”, e isso diz muito sobre o momento.

Estamos entrando em uma era em que a influência encontra propósito, e a criatividade se torna ferramenta de transformação. Criar conteúdo já não é apenas “postar nas redes”, mas ensinar, inspirar e gerar valor real. É sobre usar o digital para aproximar pessoas, compartilhar aprendizados e construir legados.

E o Brasil tem tudo para liderar essa nova fase. Temos talento, diversidade cultural e uma energia criativa única. Mas, acima de tudo, temos um senso de humanidade que conecta, e é justamente essa combinação que torna nossa creator economy tão promissora.

Assim como destacou o portal Gazeta Mercantil e a reportagem da CNBC sobre a Kirvano, o movimento de crescimento do setor vem acompanhado de um compromisso claro: unir tecnologia, educação e propósito para que mais pessoas possam transformar conhecimento em impacto.

A pergunta que fica é: você está preparado para ser parte dessa transformação?

O próximo passo é o seu

Na Kirvano, acreditamos que o futuro da economia dos criadores está sendo construído agora, por pessoas como você!

Se você ensina, cria, inspira ou compartilha o que sabe, esse é o momento de dar o próximo passo.

Crie seu produto digital, compartilhe seu conhecimento e construa impacto com propósito.

Clique aqui, cadastre-se gratuitamente na Kirvano e faça parte dessa nova era da Creator Economy.